As oficinas de graffiti começaram em março de 2013, numa sala de aula lotada. O Gustavo resume o motivo em uma palavra: repassar o que aprendeu.
O trabalho passou por escolas, pelo CAMI São José e pelo movimento hip hop de Caxias. A parede é pintada junto com quem participou e, no fim do dia, ela é deles também. Como ele escreveu num agradecimento à comunidade, a história nunca é escrita sozinha.